Imprensa

Bolsonaro e o “tecnopopulismo” de Gabeira

Fernando Gabeira publicou na última sexta-feira(7), no Estadão, o artigo , “Os caminhos do tecnopopulismo”. No centro, está Jair Bolsonaro, mas para encaminhar o assunto principal: o jogo da imprensa tradicional contra as redes digitais.  Desde a facada no abdômen do Jair Bolsonaro durante a campanha para presidente, a imprensa brasileira não trata de outra

Podcast 16: Pesquisas e factoides

No podcast da semana, Jackson Vasconcelos faz uma avaliação da qualidade das informações que recebemos dos institutos de pesquisa.  

Podcast 6: Moro x Jair? Nem pensar

Os seis jornalistas do Roda Viva tentaram intrigar o Ministro Sergio Moro com o Presidente da República e convencê-lo de ser um constrangimento estar no governo do Jair Bolsonaro. Não conseguiram. Moro venceu. Esse é o assunto do Podcast #6 de Jackson Vasconcelos.

Liberdade de expressão ou libertinagem informativa?

Depois de caminhar por um atalho, retorno, como prometi, à caminhada iniciada no artigo publicado no dia 4 de novembro. Nele defendi que na relação da imprensa com a política, os jornalistas são agentes posicionados quase sempre na oposição. Mas, de vez em quando, meio envergonhados, sutis, ao lado dos governos. São agentes políticos! Sendo

Bolsonaro: “Vivendo e aprendendo a jogar”

Não espere do jornalismo mais do que ele é e tem sido, aqui e no mundo. Isso pode levar você a conclusões precipitadas sobre o papel da imprensa. E se você lidar com a política, poderá ter dores de cabeça. O jornalista e professor Eugênio Bucci publicou há tempos o livro “Ética e Imprensa” e

Mentira tem perna curta?

Sugiro “Mentiras e os grandes mentirosos que as contam”, livro que tem como autor um time de 14 pesquisadores coordenados pelo Al Franken, mestre da sátira política americana. A obra, de 2004, confronta os profissionais da imprensa com as inverdades que constroem para participarem da vida política, tentando o papel de ator principal. Eu deveria

O velho e cansado partido político

Você vê algum problema no fato do presidente da República aceitar indicações de nomes pelos partidos para compor o governo? Bernardo de Mello Franco não gosta do modelo e como quase todo mundo, tem motivos para não gostar. Hábil como um diplomata, desses diplomatas de tempos menos ácidos, Bernardo Mello Franco, com fina ironia, marca