Política 28/11/2018 às 14:46

Maluquices eleitorais 4

Você, eu e todas as pessoas de bem, abrimos as janelas de casa para olhar o lado de fora, deixar passar a brisa, diminuir o calor. Fechamos as janelas para evitar que a chuva molhe o ambiente ou outras coisas que não queremos entrem. Ladrões, bichos, por exemplo. Sim, quem entra numa casa pelas janelas

Meirelles, como explicar isso?

Henrique Meirelles deu um show no Ministério da Fazenda. É o que mostra o artigo “É provável que o debate da agenda fiscal fique para 2019”, do Luiz Guilherme Schymura, Doutor em Economia, publicado na Revista Conjuntura Econômica deste mês. As primeiras linhas já evidenciam o sucesso. O déficit primário do governo central ficou R$

Maluquices eleitorais 3

Já tratei aqui de uma das maluquices do sistema eleitoral brasileiro. A desincompatibilização, nome feio que só e que se traduz em atos de hipocrisia e desperdício de dinheiro público. Volto ao tema com outro exemplo. Vejam só porque a presidente daquele troço esquizofrênico que há em Brasília para confundir a já confusa Constituição Brasileira

Maluquices eleitorais 2

A Lei do Ficha Limpa diz que alguém condenado por um colegiado de juízes, em 2ª instância, não pode ter o registro de candidatura a um cargo eletivo. Puxa! Que bom! A Lei evita então que criminosos sejam candidatos, certo? Errado. Só impede os condenados em 2ª instância. Os que foram condenados na primeira instância

Fake News: Falta um detalhe…

Fake News é a febre do momento eleitoral. Algo assim como um barco em que todo mundo embarca sem saber aonde está indo. A Fundação FHC, o Centro Edelstein e a rádio CBN pularam dentro desse barco. Fizeram uma boa exposição em vídeo e texto. Eu senti falta de um detalhe, que pode ser a

Maluquices eleitorais 1

Vejam só o que diz a lei eleitoral sobre desincompatibilização. Ela existe para evitar que quem ocupa cargo público utilize a função como ferramenta de campanha, naquilo que popularmente chamam de “uso da máquina”. Parece coisa boa e justa. Coisa que tornaria equilibrada a disputa. Certo? Quase certo, porque há na lei uma esquisitice. Vamos

Discurso só vale com prática, isso é novo

Macron venceu a eleição na França. A vitória foi assunto no mundo todo. Quem operou a campanha do Macron colocou o pé na estrada e foi bater de porta em porta pelo mundo para vender a fórmula da vitória. Nascia o livro “Macron por Macron”. Eu mesmo fui premiado com uma reunião com a turma,

Quem matou Marielle?

Ainda não se sabe. Tomara que se saiba logo, porque tudo indica que foi um crime por encomenda e quem encomendou um pode ter encomendado outros. Descobrindo-se o mandante do assassinato da Marielle evita-se novos crimes e, talvez, encontre-se o culpado para outros crimes ainda não solucionados. Dizem que a primeira questão a se responder