Política 15/09/2018 às 18:32
Política 29/08/2018 às 18:31

No clube, a origem de todo o mal

“Meu caro Ronaldo, como sou brasileiro, não desisto nunca”. Essa foi a minha resposta à pergunta que me fez o Ronaldo Gomlevsky, sobre a chance de ser melhor o futebol brasileiro, depois da CPI da CBF e da aprovação da Medida Provisória, que autoriza o parcelamento das dívidas que os clubes de futebol têm com

Presidentes e vices em desvio de função

A confusão de funções é sinal de desordem em empresas de qualquer tipo e causa falência. Mas, os clubes de futebol convivem bem com o problema sem risco de falirem, porque alguém sempre assume as suas contas. Eis aí como prova presente a MP 671 e como prova passada a TIMEMANIA e seus irmãos. A

Malditas Cotas – 2

Os times conseguem bons resultados em campo por receberem mais dinheiro pela transmissão dos seus jogos ou recebem mais por apresentarem bons resultados? Quem sabe? Pra nós, seja qual for a direção da resposta, os clubes brasileiros recebem sempre menos do que poderiam receber por qualquer produto, assim como pagam bem mais do que precisariam

Palmeiras, campeão da vez?

Pelo menos, uma decisão estratégica o Palmeiras tomou para aumentar as chances de ser campeão no Brasileirão de 2015. Diante das dificuldades financeiras que enfrentam e do calendário ruim do futebol brasileiro, os clubes, no momento crucial da disputa pelo Campeonato Brasileiro, meio do ano, sofrem assédio de clubes compradores do mercado europeu, árabe e

MP 171… Opa, 671!

Não é por acaso nem por injustiça, que tenho defendido uma nova numeração para a MP do Futebol, a 671, que ficaria melhor vestida no número 171. Ela, simplesmente transfere a obrigação de pagar impostos dos clubes de futebol para os contribuintes, que recolhem regularmente. A carga fiscal tem esse título pelo peso que os

Malditas cotas!

Todo o trabalho dos clubes é feito para que aconteçam os jogos, causa única da paixão dos torcedores, que pagam qualquer preço por bons espetáculos. O escritor Eduardo Galeano abre o “Futebol ao Sol e à Sombra” com uma confissão: “Os anos se passaram, e com o tempo acabei assumindo minha identidade: não passo de

Egos inflados. Informação nenhuma.

“Quem diz o quê, para quem e com quais efeitos? E, em que canal?”, Lasswell. Sem sofisticar a leitura do modelo de Lasswell, faço dele uso para apreciar a exaltada discussão entre o jornalista Juca Kfouri e o Secretário-Geral da CBF, Walter Feldmann, nas páginas do jornal Folha de São Paulo. Aconteceu em maio, tempo

Comunicação demolidora!

A incompetência ainda não conseguiu tirar completamente a graça, a criatividade e o bom humor da comunicação no futebol. Muitas vezes até tenta, mas ainda há vida inteligente em alguns cantos. É o que se pode perceber quando se lê a notícia publicada no site do GloboEsporte.com, na segunda-feira. Reproduzo: “Para fechar um dia de