Política

As Excelências!

E a rachadinha, gente? Certamente, o senador Flávio Bolsonaro não ousaria, quando deputado estadual, a ser o único a praticá-la. Já se ouviu falar dela em outros casos na mesma Assembleia Legislativa e em algumas Câmaras Municipais, Brasil a fora. Pode ser que o mesmo aconteça até no Congresso Nacional. Quem pode garantir que não

A democracia vulgar

Direto ao ponto: Definitivamente, não há democracia no Brasil. No andar do artigo, apresentarei os argumentos para o que afirmo e terei o socorro de uma das obras do mais brilhante sociólogo ainda vivo, Alain Touraine: “O que é a democracia?”. Falam que há democracia no Brasil, porque o nosso povo escolhe quem o representa

Uma Casa mal assombrada

No Estado do Rio de Janeiro, desde 1974, ano em que, no tranco, foi extinto o Estado da Guanabara, não houve um governador que tivesse vida longa na política e o destino dos últimos tem sido muito infeliz.   Floriano Faria Lima foi o primeiro. Não chegou lá pela política, mas quando de lá saiu não

“Do outro lado do balcão”

O título do artigo de hoje está entre aspas por ser uma frase que tirei da entrevista que deu o ex-prefeito do Rio, Eduardo Paes, ao Boletim da Liberdade. Ele postula, novamente, a cadeira de prefeito e o Boletim está ouvindo candidatos, com a boa intermediação do Pedro Rafael.  Fiquei com comichão para comentar a

Chega de briga! Chamem a política

Quem deveria amenizar os efeitos da crise e organizar a saída briga por tudo e por qualquer coisa, só para impor a vontade e a opinião pessoal. Dane-se o outro. Dane-se a lógica.  Ouve-se um vozerio infernal vindo de todos os lados. Barulho de vozes e panelas. Os três poderes falam ao mesmo tempo coisas

Os isolados

“Como fazer campanha eleitoral no isolamento?”. Na internet há uma infinidade de gente com respostas prontas para esta pergunta.  Para o político tradicional, nada de novo lhes trouxe o Covid-19, a não ser o medo de adoecerem e morrerem, porque, para muitos, o adoecer sem grandes complicações pode até ser conveniente, um modo de mostrar

Kamikaze

Oportunidades e ameaças são conceitos da estratégia e é prova de bom senso aproveitar as oportunidades e descartar as ameaças, seja anulando-as, seja transformando-as em oportunidades.  Contudo, o presidente Jair Bolsonaro, assunto único do mundo político do Brasil desde a facada que ele levou em Minas Gerais, faz diferente. Ao que parece,  o presidente firmou

Um líder, por favor

Escrevo do Hospital das Clínicas de Volta Redonda, onde me recupero, ainda, da COVID-19. Suspendi todas as minhas atividades, mas essa eu não gostaria, porque amo escrever para o Boletim da Liberdade, um presente do meu amigo Pedro Rafael. Aqui tenho me relacionado com uma classe que foi enviada à uma guerra, os profissionais de

Renúncia ou impeachment? Tanto faz

Renúncia ou impeachment? Tanto faz, porque, qualquer que seja o caminho para encurtar o mandato de quem foi legitimamente eleito, exceto a morte, é uma ameaça à consolidação da democracia, um processo que se arrasta há tempos por aqui. Imaginemos uma estratégia para consolidar a democracia. Como toda estratégia, essa precisa de uma série de

Podcast: “O Jogo dos Cartolas”, com Felipe Ximenes (Parte 2)

Confira a 2ª parte do papo entre Jackson Vasconcelos, autor do livro “Jogo dos Cartolas”, e Felipe Ximenes. Agora é hora de falar de futebol. Então, tempo de ouvir quem entende muito do assunto. Confira a segunda parte do podcast “O Jogo dos Cartolas: Futebol e Gestão”: