Política

Não somos franceses. Apenas, um pouco parecidos

Luciano Huck gostou do modelo político francês. É o que diz Maurício Lima, no Radar da VEJA. Lá, o presidente é escolhido e só uma semana depois, escolhem-se os parlamentares. Luciano Huck acredita que desse modo seria possível o presidente eleito no Brasil compor maioria no Congresso Nacional, dispensando as barganhas. Parece lógico, para quem

Atitude que marca toda a diferença

Aperta-se o cerco em torno do Presidente Donald Trump, dos Estados Unidos, no caso da interferência da Rússia na eleição dele. O Jornal Valor Econômico do último fim de semana dedicou uma matéria sobre a investigação e informa que o consultor especial Robert Mueller, a quem o processo está entregue, convocou um grande júri para

Moro e a ciência exata

“Agora, é preciso entender que o Direito não é uma ciência exata. Às vezes, pessoas razoáveis divergem. Faz parte da aplicação do Direito”. A frase está numa entrevista que o Juiz Sérgio Moro concedeu à Folha de São Paulo. No popular, ele quer dizer: “Cada cabeça uma sentença”. Não deveria ser assim, porque a lei,

Quem sobreviverá?

Verifica-se que a população não enxerga mais a política como alternativa para resolver os problemas dela, mesmo os fundamentais como cuidados com a saúde, oportunidades de educação, meios de transportes, infraestrutura e garantia de segurança pública. Valem o esforço  próprio, a fé em Deus e a sorte, situações que independem de quem governa a prefeitura,

As novelas e os políticos

Dá pra aproveitar no desenho de estratégias para campanhas, a entrevista do Silvio Abreu às amarelas da VEJA. Autor de novelas e diretor do departamento da TV Globo que cuida do gênero, Silvio dá informações, com certeza, baseadas nas pesquisas qualitativas que a TV faz para criar as novelas. Diz Silvio Abreu: 1) Sobre ética:

Uma lição que Michel Temer não aprendeu

Saul permanecia rei de Israel, quando Deus, aborrecido com ele, escolheu Davi. Mas, Saul continuaria rei enquanto vivesse. Entregue à própria sorte, Saul aliviava o espírito ouvindo as músicas tocadas por Davi, sem saber que estava diante do sucessor. Com o tempo, ficou tomado pelo ciúme ou inveja de Davi e iniciou-se o enfrentamento. Davi

Pesquisa pra quê?

Recebi um telefonema curioso. Uma voz feminina gentil e direta quis saber a minha opinião sobre as reformas trabalhista e da previdência. Na terceira ou quarta pergunta, depois do blá, blá, blá, introdutório, onde estava o interesse em saber se estou empregado ou não, veio a chave da pesquisa: “O senhor abriria mão dos seus direitos

Pau que dá em Chico, dará em Francisco

O Jornal Nacional apresentou ontem um trecho da entrevista do Procurador-Geral Rodrigo Janot ao jornalista Roberto D’Ávila. Em pauta o processo contra o Presidente da República. Escolhido foi o momento em que o jornalista indagou o Procurador sobre a existência de provas. Ele respondeu estar alicerçado numa narrativa, que reúne a audiência concedida pelo Presidente

Sinuca de bico!

Insisto: o patrimônio do político é a imagem. Vale-lhe mais do que a própria vida e quem acreditar que nisto há algum exagero, lembre-se de Getúlio. O suicídio lhe tirou a vida, mas salvou-lhe a imagem. E nesse conversê, onde está a causa do título, a sinuca de bico? Está na visibilidade, alimento da imagem. O

Pra que servem a Justiça Eleitoral e a Desportiva?

O TSE validou a eleição da chapa Dilma/Temer ao considerar saudável a competição. Transformou o pedido do PSDB de nulidade da eleição, naquilo que no futebol, a gente chama de “chororô”. A decisão abriu o chão embaixo da imprensa, que precisava de outro resultado, para fazer o que faz melhor nos dias de hoje: ganhar dinheiro