Futebol

É o bicho!

Qual é o problema de pagar o bicho para os jogadores quando o time alcança metas combinadas, atitude que, dita com mais elegância e primor técnico, significa premiar com dinheiro o bom desempenho em campo? Provavelmente, nenhum. Então, por que o constrangimento com o tema? Porque é legítimo admitir que a medida, na verdade, não

Por que Deus não administra clubes de futebol?

“O futuro? A Deus pertence”. Não no caso dos clubes de futebol, que acreditam na sorte e no azar e valorizam o improviso. Como “Deus não joga dados”, ele não administra clubes, por isso, faz todo sentido a reportagem “Obras no Engenhão: festa para quem sai, preocupação para quem fica”, do Gustavo Rotstein, publicada no

Peter, um legado. Mário? Só Deus sabe!

Há um dilema diante do presidente do Fluminense, Peter Siemsen, que cumpre o derradeiro segundo mandato e escolheu, para sucedê-lo, o vice-presidente de Futebol, Mário Bittencourt. Peter precisa decidir se, nos 15 meses que lhe restam de mandato, continuará a reestruturação do clube, iniciada em dezembro de 2010 ou se, em nome da eleição do

Xeque-Mate no Fluminense

A exposição pública da vontade do proprietário da Viton de encerrar o patrocínio ao time do Fluminense, presente na notícia publicada pelo Globoesporte.com,  provocou instabilidade e prejuízo de difícil cálculo sobre a imagem do clube, não tenho dúvida. É possível que haja no contrato alguma previsão de ressarcimento? Provavelmente, não, porque os clubes de futebol

Futebol, ciência ou estupidez?

Tanto mais me aproximo do futebol, tanto menos entendo o que passa pela cabeça dos presidentes dos clubes. Esta semana está marcada pela demissão do técnico Vanderlei Luxemburgo. Desta vez, do Cruzeiro, uma empresa que fatura quase R$ 200 milhões por ano. Quando escolheu o Vanderlei Luxemburgo, o Presidente do Cruzeiro sabia que contratava para

Problema crônico do futebol brasileiro

A falta de planejamento, a incompreensão do papel do técnico e a indisciplina gritaram “presente!”, na entrevista que o técnico Juan Carlos Osório concedeu aos jornalistas após a derrota para o Flamengo no último domingo, dia 23, como mostrou o Globoesporte.com, no espaço destinado ao São Paulo Futebol Clube. Quando indagado sobre os resultados ruins

FFC: Finanças Futebol Clube

O Fluminense tirou Ronaldinho Gaúcho de campo para poupá-lo. Isso está dito na imprensa, que certamente ouviu isso do futebol do clube. Com conceito econômico vinculado ao de oportunidade, poupar indica a decisão de não gastar agora, para com mais propriedade e melhor resultado, usar no futuro. A valer a versão, há que se perguntar:

Futebol: política debaixo do tapete

“O que estraga esse troço aqui é a política!” Ouvi a frase mil vezes, ditas de todas as maneiras durante o tempo em que trabalhei com o Fluminense. Reencontrei-a ontem num papo com alguém que vive tempo de campanha no Flamengo. Dizia ele: “sou empregado remunerado e não posso ter lado, mas ando cheio com

Corinthians, futebol e política

Boa coisa não vem por aí. O portal G1 noticiou o pedido de registro ao Tribunal Superior Eleitoral de mais um partido político, o PNC, Partido Nacional Corinthiano. Corinthiano de Corinthians, política e futebol. Se vingar, o Brasil terá 33 partidos registrados e se a moda pegar, não demora, chegarão ao TSE os pedidos para registro

Juiz ladrão! Porrada é a solução?

Se na política os juízes andam a fazer sucesso porque mandam prender os ladrões, no futebol os seus colegas árbitros passam por um perrengue danado, acusados de andarem por aí a ver pênaltis onde não houve e faltas que nunca existiram, com a intenção de favorecer um time em detrimento de outro. Coisa antiga, mas