Do jeitinho que o diabo quer

Para decretar intervenção no Estado do Rio de Janeiro e não ferir o companheiro Pezão, o presidente da República, Michel Temer, inventou a intervenção de malandragem. Ele não nomeou um interventor e deixou que Pezão permanecesse no cargo. Pezão foi preso hoje. No tempo do segundo impeachment, o Senado Federal, amparado no presidente do Supremo

Diante do espelho

Quem trabalha com estratégia descarta a intuição? Se fizer isso, errará muito. Mas, para não descartar e, ao contrário, trabalhar a intuição como elemento de estratégia, precisa entender o que ela é, exatamente. Daniel Kahneman, Prêmio Nobel de Economia, autor de “Rápido e Devagar: Duas formas de pensar”, pode ajudar. Logo na introdução à obra

O velho e cansado partido político

Você vê algum problema no fato do presidente da República aceitar indicações de nomes pelos partidos para compor o governo? Bernardo de Mello Franco não gosta do modelo e como quase todo mundo, tem motivos para não gostar. Hábil como um diplomata, desses diplomatas de tempos menos ácidos, Bernardo Mello Franco, com fina ironia, marca

Eliane e “Os sem-partido”

Lá pelo meio do artigo “Os sem-partido”, que publicou hoje, 20 de novembro, no Estadão, Eliane Cantanhêde escreve: “E assim vão chegando ao novo governo economistas que comungam a mesma filosofia liberal, com prioridade fiscal, Estado enxuto e três desafios-chaves do mundo moderno: eficiência, produtividade e competitividade. Isso significa, entre outros, combater privilégios, promover reformas

Infalíveis?

Ciro Gomes foi entrevistado pelo Roberto D’Avila e Marina Silva pela CBN. Os dois comentaram o resultado da eleição presidencial e nenhum deles fez uma avaliação, qualquer que fosse, da própria campanha. Mas atribuíram as derrotas ao acaso e à decisão surpreendente dos eleitores. Ciro e Marina foram candidatos a presidente outras vezes e também