Política 05/12/2017 às 12:58
Política 04/12/2017 às 11:00

“Eleições na era da mentira”

Eleições são resultados de campanhas, que deveriam ter liberdade de expressão. No Brasil, não têm, porque a Justiça Eleitoral, invenção nacional, castra a liberdade dos candidatos com base numa legislação confusa e paranóica, interpretada com absoluta casualidade pelos juízes. A revista Época comentou sobre mentiras e eleições, o estudo “Eleições 2018 – Perspectivas da comunicação

Parlamento Voto Zero

Gilmar Mendes e Luiz Roberto Barroso, ministros do Supremo Tribunal Federal enfrentaram-se no plenário do Tribunal desta quinta-feira, 26. O teor do embate não foram teses jurídicas nem conteúdos de processos. Os ministros fizeram acusações mútuas, ferinas, audaciosas, irônicas, coisa comum aos parlamentos e nunca aos tribunais. Tomei conhecimento do acontecido ao assistir o Jornal

“Não há regra na eleição americana”

“Não há regra na eleição americana”, traduziu Camila Zarur, das palavras que ouviu do correspondente da revista “The New Yorker”, Ryan Lizza. A entrevista está na página 2 do O Globo de quarta-feira, 18 de outubro. Ryan faz considerações sobre a campanha e eleição de Donald Trump. Ele mostra que resultado inesperado derrubou um velho

Rousseau deu o toque!

Quero ficar no campo da comunicação política, mas gastemos um pedacinho de tempo com a filosofia, com a ciência política, para fazer um paralelo com o tema que desejo enfrentar. Jean Jacques Rousseau escreveu o Contrato Social. Para ele, as vontades individuais, os desejos de cada indivíduo, se somam e estão sintetizados numa “vontade geral”.

Senado 1 x 0 Supremo

O Plenário do Supremo Tribunal Federal informou ao distinto público que ele, Supremo, está obrigado a cumprir a Constituição. Nossa! Para chegar a esta brilhante conclusão, os 11 ministros gastaram horas com a leitura de votos e queimaram, certamente, uma fortuna, com papel, conta de luz, funcionários e outros apetrechos. Na pauta, a decisão de