Política 16/10/2017 às 18:00

MERKELMANIA

Stefan Kornelius, autor de “Angela Merkel, a chanceler e seu mundo”, criou o termo “MERKELMANIA”. A obra é fácil e agradável de ler e está em bom momento. Angela Merkel está reeleita Chanceler da Alemanha. Agora para o quarto mandato consecutivo, que terminará em 2021. O resultado não surpreendeu os alemães nem o resto do

Partidos? Quantos? Pra quê?

As fraudes eleitorais são tema recorrente nas eleições, algumas com justos motivo, outras como choro de perdedor. No Brasil, a fraude está nos partidos, criados aos montes, para dar acesso ao dinheiro do fundo partidário e comerciais gratuitos na TV e rádio. Eles têm donos e nenhuma obrigação com o desempenho eleitoral. Entre as exigências

Amazonas, o recado permanece

Terminou a eleição para o governo do Amazonas. Venceu, quem quase sempre venceu, Amazonino Mendes. Faz todo sentido: o eleitor do Amazonas elege Amazonino. Será? Não é bem assim. Cinquenta por cento dos eleitores do Amazonas não quiseram Amazonino, nem o adversário dele, o Eduardo Braga. Quiseram ninguém, porque, provavelmente, ninguém é melhor do que

“Patrimônio do Povo”… Não cola mais!

Os Romanov governaram a Rússia por mais de dois séculos. Fizeram com competência a construção de um império e derrotaram Napoleão, no auge da carreira militar dele. Pedro, O Grande e Catarina, a Grande, foram os nomes de mais destaque na história do período Romanov na Rússia. Mas, foi tempo de Estado forte, que, com

Nada de NOVO no NOVO

O debate está posto: 2018 será, no Brasil e, na mesma linha, no estado, o ano da eleição de “outsider”? De gente de fora da política? A sociedade civil, de fato, tomará as rédeas? Impossível, porque o modelo não permite. No máximo, levará esse grupo que chamam de “sociedade civil” à abstenção. Os candidatos serão

O PSDB errou. Mas, errou onde e quando?

A propaganda do PSDB na TV causou tensão no partido. Nada de novo, porque o PSDB é o partido das divisões internas. Novidade é a briga chegar ao distinto público. Elas aconteciam à boca pequena, nos atos de atrapalhar os caminhos uns dos outros, mas com fidalguia. Por isso, o PSDB não conseguiu voltar ao